Da caneta deslizam sentimentos Pelas palavras, o poeta, Ilustra o seu inconsciente. Tristeza, saudade, amor, alegria Surgem (des)ordenados Na folha que abriga Os corações maltratados As horas de fantasia Outrora esquecidas. Das palavras intensas, Das frases incandescentes, Nasce a o obra prima. Versos alinhados, Sentimentos desnudados, Poema que nasce Dos dedos de alguém sensível. Esta é a minha forma de homenagear uma forma de escrita difícil e carregada de sentimentos. O poeta, fingidor como Fernando Pessoa o descreveu, dá asas à sua imaginação e visita os lugares mais profundos do seu ser. Desta busca, nascem palavras que nos tocam os sentimentos, nos deslumbram e, muitas vezes, descodificam aquilo que a nossa alma abriga. Os poemas são como um bilhete de identidade do mundo, das pessoas...