Tanta verdade! Mas não sei... Acho que ainda assim há pessoas que apesar de terem muito com que se ralar, gostam de deitar a colher na vida dos outros (nomeadamente, na minha)
Não é apenas na tua Margarida! Infelizmente, este é um problema que afecta muita gente! É mais fácil opinar sobre a vida dos outros do que olhar pela nossa própria vida. Por vezes, este tipo de interferências levam as pessoas às piores loucuras, levam-nas ao desespero mesmo...
Acho que deves ignorar aqueles pequenos (grandes) comentários. É tudo uma questão de interpretação da nossa parte. Muda o foco da tua atenção e deixa de dar importância... As pessoas acabam por desistir de analisar a tua vida e passam para outra vítima.
Sim, acredito que seja um problema muito comum. Humm... Será que desistem? Pior é quando são pessoas da nossa família, e quando falam indirectamente de nós quando estamos na mesma sala?! Tantos sapos que já tive que engolir! Agora viro as costas e venho-me embora. Já perceberam que para além de não gostar, não lhes ligo nenhuma, o que lhes dá mais uma razão para inventar...
Quer dizer que podemos fazer isto juntos. Quer dizer que me deixas furar a carapaça. Só assim é que isto pode resultar. Tu deixas que eu te magoe e eu deixo que tu me magoes. Tess Gerritsen, A pecadora
Classificação: 5 Estrelas Já há muito tempo que por aqui não aparecia uma opinião a um filme. A realidade é que já não via um filme há muito, muito tempo. Há uns dias, enquanto via trailers no youtube cruzei-me com este Love, Rosie e fiquei logo com curiosidade para o ver. Adorei o filme. Eu tenho um carinho especial por histórias de amizade que, aos poucos, se vão solidificando em algo mais importante. E assim nasce um amor... Porém, nem sempre é fácil chegar a essa conclusão acerca dos novos sentimentos que vão aparecendo. Rosie e Alex são os protagonistas deste filme e adorei as interpretações de ambos. Transmitem muito bem os sentimentos, têm um entendimento que contribui muito para a história em si. O enredo acaba por ser simples, mas muito bonito. É um filme para todos aqueles e aquelas que gostam de romance e de dramas que tendem a afastar caminhos que deviam estar a cruzar-se algures nos trilhos do destino. Só no fim do filme é que me apercebi que era uma adaptação do li...
Call me by your name Assim que terminei de ler o livro, achei que era uma boa ideia ver o filme. Foi a decisão mais acertada! Temos um filme bastante fiel ao livro, porém há passagens no filme que eu só as compreendi na sua totalidade porque tinha lido o livro (mais especificamente a sequência de cenas com os calções do Oliver). É um filme que cheira a verão. Que me fez querer ir uns dias para aquela casa, para aqueles pomares , só para sentir o cheiro da fruta madura e a frescura das águas. Isto resulta de um excelente trabalho na construção das cenas e numa boa captação dos cenários. A narrativa do filme acompanha a narrativa do livro, exceto a parte final. A intensidade da história de Elio e Oliver, a descoberta daquele amor, as dificuldades em geri-lo são aspetos que fazem parte da ação central do livro e que aparecem muito bem representados no filme. Eu estava com algum receio relativamente à forma como o livro seria transportado para o filme. Este receio tinha como base a minha...
Tanta verdade!
ResponderEliminarMas não sei... Acho que ainda assim há pessoas que apesar de terem muito com que se ralar, gostam de deitar a colher na vida dos outros (nomeadamente, na minha)
Não é apenas na tua Margarida! Infelizmente, este é um problema que afecta muita gente! É mais fácil opinar sobre a vida dos outros do que olhar pela nossa própria vida. Por vezes, este tipo de interferências levam as pessoas às piores loucuras, levam-nas ao desespero mesmo...
ResponderEliminarAcho que deves ignorar aqueles pequenos (grandes) comentários. É tudo uma questão de interpretação da nossa parte. Muda o foco da tua atenção e deixa de dar importância... As pessoas acabam por desistir de analisar a tua vida e passam para outra vítima.
Sim, acredito que seja um problema muito comum.
ResponderEliminarHumm... Será que desistem?
Pior é quando são pessoas da nossa família, e quando falam indirectamente de nós quando estamos na mesma sala?!
Tantos sapos que já tive que engolir!
Agora viro as costas e venho-me embora.
Já perceberam que para além de não gostar, não lhes ligo nenhuma, o que lhes dá mais uma razão para inventar...