Agrada-me a ideia de que a base da minha vida era fazer perguntas e encontrar respostas para essas perguntas. Acho que acredito que, a longo prazo, é mais importante ser instruído e informado do que ter dinheiro.
Sem dúvida! Eu e o meu irmão, ao contrário dos meus primos continuamos a estudar e estamos os dois no Mestrado. Enquanto que os meus primos são casados, estão a pagar uma casa e tem emprego, eu e o meu irmão somos olhados de lado pela família, até pelos nossos avós que acham que os meus primos tem uma vida melhor que a nossa.
Posso até um dia nunca mais trabalhar na minha área, mas ninguém me tira aquilo que eu aprendi e isso não há dinheiro que compense.
P.s. Não que seja necessário andar na escola para aprender alguma coisa, mas os meus primos também não lêem e nos livros aprende-se tanta coisa!
Compreendo-te Margarida! A minha família valoriza os estudos, mas faz comentários acerca das nossas opções. Comparam os cursos e os conhecimentos de cada um. Por exemplo a menina A sabe mais do que a menina B... Ou o curso da menina A é melhor do o que da menina B... Infelizmente isso acontece e só quando precisas de ti é que reconhecem aquilo que fazes... Como acho que já te aprendi a desvalorizar estas coisas... Elas só se tornam importantes se eu permitir, se eu as interpretar como importantes.
Compreendo na perfeição aquilo que sentes... Mas temos de aprender a desvalorizar... Todos somos diferentes e todos fazemos escolhas diferentes.
É certo que um curso não é garantia de trabalho, mas aquilo que aprendemos e vivemos ao longo dos anos de estudo ninguém nos pode tirar... O conhecimento é a única coisas que nunca perdemos, excepto se ocorrer algum problema de saúde!
Quer dizer que podemos fazer isto juntos. Quer dizer que me deixas furar a carapaça. Só assim é que isto pode resultar. Tu deixas que eu te magoe e eu deixo que tu me magoes. Tess Gerritsen, A pecadora
Classificação: 5 Estrelas Já há muito tempo que por aqui não aparecia uma opinião a um filme. A realidade é que já não via um filme há muito, muito tempo. Há uns dias, enquanto via trailers no youtube cruzei-me com este Love, Rosie e fiquei logo com curiosidade para o ver. Adorei o filme. Eu tenho um carinho especial por histórias de amizade que, aos poucos, se vão solidificando em algo mais importante. E assim nasce um amor... Porém, nem sempre é fácil chegar a essa conclusão acerca dos novos sentimentos que vão aparecendo. Rosie e Alex são os protagonistas deste filme e adorei as interpretações de ambos. Transmitem muito bem os sentimentos, têm um entendimento que contribui muito para a história em si. O enredo acaba por ser simples, mas muito bonito. É um filme para todos aqueles e aquelas que gostam de romance e de dramas que tendem a afastar caminhos que deviam estar a cruzar-se algures nos trilhos do destino. Só no fim do filme é que me apercebi que era uma adaptação do li...
Call me by your name Assim que terminei de ler o livro, achei que era uma boa ideia ver o filme. Foi a decisão mais acertada! Temos um filme bastante fiel ao livro, porém há passagens no filme que eu só as compreendi na sua totalidade porque tinha lido o livro (mais especificamente a sequência de cenas com os calções do Oliver). É um filme que cheira a verão. Que me fez querer ir uns dias para aquela casa, para aqueles pomares , só para sentir o cheiro da fruta madura e a frescura das águas. Isto resulta de um excelente trabalho na construção das cenas e numa boa captação dos cenários. A narrativa do filme acompanha a narrativa do livro, exceto a parte final. A intensidade da história de Elio e Oliver, a descoberta daquele amor, as dificuldades em geri-lo são aspetos que fazem parte da ação central do livro e que aparecem muito bem representados no filme. Eu estava com algum receio relativamente à forma como o livro seria transportado para o filme. Este receio tinha como base a minha...
Sem dúvida!
ResponderEliminarEu e o meu irmão, ao contrário dos meus primos continuamos a estudar e estamos os dois no Mestrado.
Enquanto que os meus primos são casados, estão a pagar uma casa e tem emprego, eu e o meu irmão somos olhados de lado pela família, até pelos nossos avós que acham que os meus primos tem uma vida melhor que a nossa.
Posso até um dia nunca mais trabalhar na minha área, mas ninguém me tira aquilo que eu aprendi e isso não há dinheiro que compense.
P.s. Não que seja necessário andar na escola para aprender alguma coisa, mas os meus primos também não lêem e nos livros aprende-se tanta coisa!
P.s.2- Há um mimo para ti nos Pedaços ;)
Compreendo-te Margarida! A minha família valoriza os estudos, mas faz comentários acerca das nossas opções. Comparam os cursos e os conhecimentos de cada um. Por exemplo a menina A sabe mais do que a menina B... Ou o curso da menina A é melhor do o que da menina B... Infelizmente isso acontece e só quando precisas de ti é que reconhecem aquilo que fazes... Como acho que já te aprendi a desvalorizar estas coisas... Elas só se tornam importantes se eu permitir, se eu as interpretar como importantes.
ResponderEliminarCompreendo na perfeição aquilo que sentes... Mas temos de aprender a desvalorizar... Todos somos diferentes e todos fazemos escolhas diferentes.
É certo que um curso não é garantia de trabalho, mas aquilo que aprendemos e vivemos ao longo dos anos de estudo ninguém nos pode tirar... O conhecimento é a única coisas que nunca perdemos, excepto se ocorrer algum problema de saúde!
Obrigada pelo miminho!
Beijinhos
Que palavras sábias!
ResponderEliminarEsse é o meu grande problema, não consigo desvalorizar estas situações. São coisas que me incomodam profundamente.
Não gosto de comparações, nem quando me inferiorizam nem quando me engrandecem.
Mas sim, o conhecimento vale bem mais do que ouro.
Este blog, também vale ouro, de quando em vez lá tenho uma consulta aqui :)
Beijinho*
Loool Obrigada pelas palavras :)
ResponderEliminar