?"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu Amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito. que repete todos os dias o mesmo trajeto, que não muda de marca, que não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
(...)
Morre lentamente quem evita uma paixão e o seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho ou amor; quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho; quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
VIVA HOJE! ARRISQUE HOJE! FAÇA HOJE! NÃO SE DEIXE MORRER LENTAMENTE..."
(Martha Medeiros)
?"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem não encontra graça em si mesmo.
Morre lentamente quem destrói o seu Amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito. que repete todos os dias o mesmo trajeto, que não muda de marca, que não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
(...)
Morre lentamente quem evita uma paixão e o seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho ou amor; quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho; quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
VIVA HOJE! ARRISQUE HOJE! FAÇA HOJE! NÃO SE DEIXE MORRER LENTAMENTE..."
(Martha Medeiros)
Morre lentamente quem destrói o seu Amor próprio, quem não se deixa ajudar.
Morre lentamente quem se transforma em escravo do hábito. que repete todos os dias o mesmo trajeto, que não muda de marca, que não se arrisca a vestir uma nova cor, ou não conversa com quem não conhece.
(...)
Morre lentamente quem evita uma paixão e o seu redemoinho de emoções, justamente as que resgatam o brilho dos olhos, e os corações aos tropeços.
Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz com o seu trabalho ou amor; quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho; quem não se permite, pelo menos uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.
VIVA HOJE! ARRISQUE HOJE! FAÇA HOJE! NÃO SE DEIXE MORRER LENTAMENTE..."
(Martha Medeiros)
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Gostei!
ResponderEliminarE vêm mesmo a calhar a propósito do meu post hoje no meu blog.
Morrer assim lentamente é uma morte horrível, porque vivemos meio mortos e meio vivos e assim é quase como estar morto.
(hoje o que escrevo parece duma pessoa com depressão, provavelmente é por estar também a morrer lentamente).
Todos nós temos fases em que nos sentimos a morrer lentamente... Infeizmente há dias maus, dias cinzentos que nos bloqueiam o comportamento! A vida é mesmo assim! O importante é tentarmos dar a volta por cima, mas nem sempre é fácil. Vivemos tempos difíceis, parece que vivemos numa realidade entorpecida e sem vontade de agir. Temos de acreditar em melhores dias. Beijinhos
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