Avançar para o conteúdo principal

As cinco melhores personagens masculinas

Roarke
Este é, na minha perspectiva, daquelas personagens masculinas que nos fazem suspirar. Aquilo que mais admiro nele é a sua forte sensibilidade para com Eve. Trata-a de uma forma incrível... É romântico, cuidadoso, carinhoso. É fantástico!
?
?
Dean
Em Dean admiro o seu lado profissional (não fosse ele colega de profissão). Acho que é um bom psicólogo, gostei do desempenho dele no desenrolar do caso. Outro aspecto positivo de Dean é a forma como ele consegue lidar e resolver as suas crises familiares.?
 
Max Vandenburg
Max, o pugilista judeu, foi capaz de me levar às lágrimas. Teve a infelicidade de viver numa época em que judeus não eram aceites. Protagoniza, na minha opinião, um dos grandes momentos do livro. É daqueles passagens que ficamos em suspenso na cena e com a visão toldada pelas lágrimas. ?
 
Adrian
Adrian um cientista apaixonante. Justamente com Keira embarca numa aventura fantástica. Adorei o desempenho dele e foi capaz de me proporcionar bons momentos misturados com diferentes emoções. O seu lado idealista e sonhador apaixona qualquer um, assim como o seu amor pela Keira.?
?
 
David
Do David, ficou-me na memória a sua obstinação pelas coisas e o amor que tinha por Lady Christiana Fitzwaryn. Admirei muitas das suas atitudes e gostei particularmente da sua forte personalidade.
 
E desse lado, digam-me que personagens masculinas ficaram na vossa memória!?

Comentários

  1. Não conheço nenhum, mas um homem sensível é o que se quer.

    ResponderEliminar
  2. :)
    Tens de os conhecer!! Vale a pena, principalmente o Roarke :) Adoro-o!!

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Desafio dos Pássaros #2.1 | Acho que a coisa não vai correr bem

Tema 2.1 Acho que a coisa não vai correr bem Mal vi o tema desta primeira edição pensei O que é que eu vou escrever sobre isto? (principalmente quando ando numa fase de pouca criatividade). Os dias iam passando e as ideias não surgiam. Fui engolida pelo rebuliço da semana (rebuliço esse que começou logo no início deste mês) e como tinha uma altura mais vaga na sexta de manhã achei que seria uma boa altura para me dedicar ao tema. Ontem à noite ainda não tinha ideia do que escrever. Começaram a vir outras tarefas e claro que ideia foi, acho que a coisa não vai correr bem ao deixar o tempo avançar sem escrever nada. E, tal como aquelas profecias que se auto cumprem, eis-me aqui em frente à branca e assustadora folha do word sem saber o que vos escrever. Como vos deve parecer bem óbvio a coisa não está a correr bem e a pressão de inventar algo em tempo record levou-me a estes devaneios mentais. Quantas vezes já vos aconteceu as coisas não correm bem depois de na vossa mente formularem o ...

Em três razões

O aniversário do blog aproxima-se (dia 22 de Setembro), por isso achei que seria a altura ideal para lançar uma nova rubrica. Já andava a pensar nela à algum tempo. Os objectivos que fui ponderando na elaboração e construção desta nova ideia foram os seguintes: Permitir a interacção mais próxima com outros blogs; Dar a conhecer novos autores e novos livros; Permitir que esse conhecimento acerca dos livros viesse de uma forma simplificada.  De forma a tornar esta rubrica mais interessante irei colocar uma página no blog para ir apontando os livros que vão sendo apresentados e que ainda não li. Quando se tornarem em número significativo poderei fazer uma pequena votação para ver que livro irei ler em primeiro lugar (poderá ocorrer uma votação por mês, tudo depende da adesão). Como sou nacionalista decidi que este mês a rubrica Em três razões  deveria ser dedicada a autores nacionais. Por isso gostaria que, clicando aqui, preenchessem o pequeno questionário e indicassem três razões para ...

As leituras obrigatórias estão fora de validade?

Tenho-me cruzado com algumas vozes a alertarem para a necessidade de se alterarem as obras de leitura obrigatória na disciplina de Português. As opiniões fundamentam-se na antiguidade das obras, no facto de serem de difícil leitura para os jovens, por não cativarem a população mais nova para a leitura, entre outras. Eu não me revejo nestas opiniões. Não acho que se devam mudar as leituras que integram os programas curriculares. O que acho que deve mudar é a forma como convidamos os jovens para a leitura. Mas vamos por partes. Há jovens que gostam de ler. Porém, nos dias de hoje, a oferta ao nível dos conteúdos digitais e de outros elementos de distração oferecem aos jovens de hoje conteúdos mais apelativos e de consumo mais instantâneo. Este tipo de oferta sacia (por vezes falsamente) as suas necessidades imediatas. Tudo acontece demasiado depressa e a leitura exige tempo, contemplação e reflexão. E grande parte dos jovens considera um desperdício de tempo ler. Acho que daria um estudo...