(retirada daqui)
- Ele não conseguiu dizer as palavras certas para lhe dizer adeus. Hesitou. Magoara-a ao falar na dor da sua alma. Jurara que não a magoaria, mas magoou. Ter-lhe-ia dito… ter-lhe-ia dito, não interessa se estás aqui, ou ali, porque, para mim, estás sempre presente, a cada momento. Vejo-te na luz da água, no abanar das árvores jovens ao vento da Primavera. Vejo-te nas sombras dos grandes carvalhos, ouço a tua voz no chamamento da coruja, à noite. Tu és o sangue nas minhas veias e no bater do meu coração. Tu és o meu primeiro pensamento, ao acordar e o meu último suspiro antes de adormecer. Tu és… tu és carne da minha carne, sangue do meu sangue.
Juliet Marillier, A Filha da Floresta
Olá,
ResponderEliminarSempre mágico e com muita sabedoria os livros da Juliet :)
Bjs
Olá Fiacha,
ResponderEliminarNão me canso de ler esta passagem! :)
Tens razão no que dizes.
Bjs