Avançar para o conteúdo principal

TAG | Se eu fosse um livro


Retirei esta TAG do blog da Marta I only Have. Não consegui encontrar o autor da TAG.

Como é uma TAG simples, e o blog parece atingido pela inércia, achei que seria bom dar vida ao blog e partilhar com vocês esta TAG tão engraçada. 

1. Qual seria o título do seu livro?
Mundo ao Contrário

Acho que seria o melhor título, porque muitas vezes é assim que me sinto... Como se pensasse de uma forma à parte da realidade com que contacto e que, muitas vezes, vai contra aquilo em que acredito e aquilo que defendo.

2. Que autor escreveria a sua história?
Karen Rose

É uma autora com uma escrita muito cativante e que concilia muito bem romance e policial, dois géneros que gosto particularmente. 

3. Que capa você escolheria?
Uma capa simples, com uma gradação de cores do mais claro para o mais escuro, com uma imagem do globo terrestre, divido a meio e em que uma metade teria cores alegres e bonitas  e a outra cores mais escuras.

4. Seu livro seria com capa mole ou capa dura?
Capa mole. É mais fácil para as pessoas manusearem.

5. Quantas páginas teria?
Entre 350 e as 450, acho que seriam páginas suficientes para criar um bom livro.

6. Que género seria e por quê?
Policial, porque, queria conjugar uma protagonista com um pensamento forte e que, ao mesmo tempo que tenta desvendar um crime luta contra aquilo que acha ser incorrecto.

7. O comentário de quem você gostaria de ver na contracapa?
Carina Rosa, porque neste momento estou ler uma versão beta de um livro dela que é um policial e que partiu de uma ideia muito engraçada.

Comentários

  1. Mundo ao Contrário é realmente um bom nome ;)

    Quem sabe um dia não o escreves ;)

    ResponderEliminar
  2. Obrigada :)
    Sobre a minha vida, não... Não tem nenhum interesse :P. Mas quem sabe se eu não invento!!
    Beijinhos

    ResponderEliminar

Enviar um comentário

Mensagens populares deste blogue

Desafio dos Pássaros #2.1 | Acho que a coisa não vai correr bem

Tema 2.1 Acho que a coisa não vai correr bem Mal vi o tema desta primeira edição pensei O que é que eu vou escrever sobre isto? (principalmente quando ando numa fase de pouca criatividade). Os dias iam passando e as ideias não surgiam. Fui engolida pelo rebuliço da semana (rebuliço esse que começou logo no início deste mês) e como tinha uma altura mais vaga na sexta de manhã achei que seria uma boa altura para me dedicar ao tema. Ontem à noite ainda não tinha ideia do que escrever. Começaram a vir outras tarefas e claro que ideia foi, acho que a coisa não vai correr bem ao deixar o tempo avançar sem escrever nada. E, tal como aquelas profecias que se auto cumprem, eis-me aqui em frente à branca e assustadora folha do word sem saber o que vos escrever. Como vos deve parecer bem óbvio a coisa não está a correr bem e a pressão de inventar algo em tempo record levou-me a estes devaneios mentais. Quantas vezes já vos aconteceu as coisas não correm bem depois de na vossa mente formularem o ...

Em três razões

O aniversário do blog aproxima-se (dia 22 de Setembro), por isso achei que seria a altura ideal para lançar uma nova rubrica. Já andava a pensar nela à algum tempo. Os objectivos que fui ponderando na elaboração e construção desta nova ideia foram os seguintes: Permitir a interacção mais próxima com outros blogs; Dar a conhecer novos autores e novos livros; Permitir que esse conhecimento acerca dos livros viesse de uma forma simplificada.  De forma a tornar esta rubrica mais interessante irei colocar uma página no blog para ir apontando os livros que vão sendo apresentados e que ainda não li. Quando se tornarem em número significativo poderei fazer uma pequena votação para ver que livro irei ler em primeiro lugar (poderá ocorrer uma votação por mês, tudo depende da adesão). Como sou nacionalista decidi que este mês a rubrica Em três razões  deveria ser dedicada a autores nacionais. Por isso gostaria que, clicando aqui, preenchessem o pequeno questionário e indicassem três razões para ...

As leituras obrigatórias estão fora de validade?

Tenho-me cruzado com algumas vozes a alertarem para a necessidade de se alterarem as obras de leitura obrigatória na disciplina de Português. As opiniões fundamentam-se na antiguidade das obras, no facto de serem de difícil leitura para os jovens, por não cativarem a população mais nova para a leitura, entre outras. Eu não me revejo nestas opiniões. Não acho que se devam mudar as leituras que integram os programas curriculares. O que acho que deve mudar é a forma como convidamos os jovens para a leitura. Mas vamos por partes. Há jovens que gostam de ler. Porém, nos dias de hoje, a oferta ao nível dos conteúdos digitais e de outros elementos de distração oferecem aos jovens de hoje conteúdos mais apelativos e de consumo mais instantâneo. Este tipo de oferta sacia (por vezes falsamente) as suas necessidades imediatas. Tudo acontece demasiado depressa e a leitura exige tempo, contemplação e reflexão. E grande parte dos jovens considera um desperdício de tempo ler. Acho que daria um estudo...