
(imagem retirada daqui)
Estar sozinho era uma forma natural de estar: de certa forma, podia dizer-se que era uma espécie de premissa de vida.
Os sonhos vêm do passado, não do futuro. Não deixes que eles te dominem - deves ser tu a dominá-los. Compreendes?
A morte não é o oposto da vida, mas parte dela.
O trabalho deve ser um acto de amor e não um casamento de conveniência.
O que importa é tomar a decisão de aceitar a outra pessoa totalmente, do fundo do coração. E tem sempre de acontecer como se fosse a primeira e a última vez.
Haruki Murakami, A Rapariga que Inventou um Sonho
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