Livro: A menina mais triste do mundo
Cathy Glass
«Seria maravilhoso», pensei de novo, «se pudesse agitar a minha varinha mágica e fazer com que todas as crianças fossem desejadas e bem tratadas e todos os pais capazes de amor e cuidar dos seus filhos».
Beijei-lhe a testa e, ao sair, senti um nó na garganta. Dar as boas noites à Donna pela última vez foi um daqueles momentos sentidos que, sabia-o, ficariam comigo para sempre.

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