O passado era apenas o passado. Os mortos estavam bem mortos. O luxo indolente dos dias pretéritos desapareceu de vez, nunca mais voltaria. E, com um gesto que significava admiravelmente a maneira como ela entendia portar-se daí por diante, enfiou o braço na asa do cesto e olhou em frente - já que não podia voltar atrás.
Margaret Mitchell, E tudo o vento levou

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