Avançar para o conteúdo principal

Opinião | "Cama supra" de Jerry Scott e Rick Kirkman (Baby Blues Scrapbooks #30)

Cama Supra (Baby Blues, # 31)
Classificação: 3 Estrelas

Não sou muito fã de banda desenhada. Em miúda ainda li algumas coisas, mas nunca foi um género literário que se traduzisse numa leitura empolgante e que me deixasse cheia de vontade de agarrar no livro.

Este livro estava na minha estante há muito tempo, mas ia sempre adiando a sua leitura. Como uma das categorias do Bingo em que estou a participar durante este Verão nos convidava a ler este género literário decidi que estava na hora de o tirar da estante.

Esta banda desenhada ilustra o dia-a-dia, por vezes caótico, de um casal com três filhos pequenos. Os dois filhos mais velhos acabam por assumir um papel destacado ao longo das tiras. Os dois miúdos têm saídas muito engraçadas e, em muito momentos, são capazes de deixar os pais à beira de um ataque de nervos. 

Foi uma leitura divertida e rápida. Acho que este livro é ideal para quem gosta deste género de livros e com histórias com temáticas ligadas à vida familiar.
Penso que para jovens entre os 10-14 anos será uma leitura animada, com aspetos com os quais eles se vão identificar. Poderá ser uma boa forma de aproximar os miúdos das leituras e fazê-los sentir que ler também pode ser divertido.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Desafio dos Pássaros #2.1 | Acho que a coisa não vai correr bem

Tema 2.1 Acho que a coisa não vai correr bem Mal vi o tema desta primeira edição pensei O que é que eu vou escrever sobre isto? (principalmente quando ando numa fase de pouca criatividade). Os dias iam passando e as ideias não surgiam. Fui engolida pelo rebuliço da semana (rebuliço esse que começou logo no início deste mês) e como tinha uma altura mais vaga na sexta de manhã achei que seria uma boa altura para me dedicar ao tema. Ontem à noite ainda não tinha ideia do que escrever. Começaram a vir outras tarefas e claro que ideia foi, acho que a coisa não vai correr bem ao deixar o tempo avançar sem escrever nada. E, tal como aquelas profecias que se auto cumprem, eis-me aqui em frente à branca e assustadora folha do word sem saber o que vos escrever. Como vos deve parecer bem óbvio a coisa não está a correr bem e a pressão de inventar algo em tempo record levou-me a estes devaneios mentais. Quantas vezes já vos aconteceu as coisas não correm bem depois de na vossa mente formularem o ...

Em três razões

O aniversário do blog aproxima-se (dia 22 de Setembro), por isso achei que seria a altura ideal para lançar uma nova rubrica. Já andava a pensar nela à algum tempo. Os objectivos que fui ponderando na elaboração e construção desta nova ideia foram os seguintes: Permitir a interacção mais próxima com outros blogs; Dar a conhecer novos autores e novos livros; Permitir que esse conhecimento acerca dos livros viesse de uma forma simplificada.  De forma a tornar esta rubrica mais interessante irei colocar uma página no blog para ir apontando os livros que vão sendo apresentados e que ainda não li. Quando se tornarem em número significativo poderei fazer uma pequena votação para ver que livro irei ler em primeiro lugar (poderá ocorrer uma votação por mês, tudo depende da adesão). Como sou nacionalista decidi que este mês a rubrica Em três razões  deveria ser dedicada a autores nacionais. Por isso gostaria que, clicando aqui, preenchessem o pequeno questionário e indicassem três razões para ...

As leituras obrigatórias estão fora de validade?

Tenho-me cruzado com algumas vozes a alertarem para a necessidade de se alterarem as obras de leitura obrigatória na disciplina de Português. As opiniões fundamentam-se na antiguidade das obras, no facto de serem de difícil leitura para os jovens, por não cativarem a população mais nova para a leitura, entre outras. Eu não me revejo nestas opiniões. Não acho que se devam mudar as leituras que integram os programas curriculares. O que acho que deve mudar é a forma como convidamos os jovens para a leitura. Mas vamos por partes. Há jovens que gostam de ler. Porém, nos dias de hoje, a oferta ao nível dos conteúdos digitais e de outros elementos de distração oferecem aos jovens de hoje conteúdos mais apelativos e de consumo mais instantâneo. Este tipo de oferta sacia (por vezes falsamente) as suas necessidades imediatas. Tudo acontece demasiado depressa e a leitura exige tempo, contemplação e reflexão. E grande parte dos jovens considera um desperdício de tempo ler. Acho que daria um estudo...