Como, gostaria de saber, se fazia para encontrar aquele tipo de felicidade? De onde vinha? Haveria algum elemento invisível a flutuar no ar que agarrávamos, involuntariamente, e, de súbito, lá ficávamos apaixonados e ditosamente felizes? Um casal em vez de uma pessoa só. Fosse o que fosse, certamente que ainda não o encontrara.
Elizabeth Adler, Casamento em Venza

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