É hábito por esta altura do ano responder à Tag dos 50%. Este ano não responderei porque há categorias para as quais não tenho resposta. Comparativamente a anos anteriores, este tem sido um ano de poucas leituras.
Até ao final junho li 18 livros. Tive meses bons onde consegui ler muito, e outros em que o ritmo de leituras abrandou imenso. Março foi dos piores meses, onde só consegui ler um livro.
Há cinco livros que ocuparam o top de melhores leituras. São eles:
💗 "Viver depois de ti" de Jojo Moyes
💗 "Verity" de Colleen Hoover
💗 "O duque da ruína" de Tessa Dare
💗 "Os pássaros" de Célia Loureiro Correia
💗 "Antes de nos encontrarmos" de Maggie O'Farrell

Espero ler um pouco mais na segunda metade do ano.
Estou tão curiosa com Os Pássaros *-*
ResponderEliminarContinuação de ótimas leituras
É um livro que vale a pena , Andreia. Espero que o possas ler em breve.
ResponderEliminarObrigada.
Também li exatamente 18 livros até ao final de junho. Nem foi difícil contar porque foram 3 por mês. Quando tinha um mês a correr melhor, eis que surgia algum livro ou situação que me abrandava a leitura... Pelo menos agora em julho já consegui quebrar a "maldição dos 3 livros" e já conto com 4 livros (também ajudou ter terminado o "Por amor à língua" que ia a meio e estava em stand-by).
ResponderEliminarVamos lá ver como correm os próximos meses!
Boas leituras também para ti.
Beijinhos
Eu não tenho esse equilíbrio .
ResponderEliminarEste mês contarei 5 leituras. Faltam-me poucas páginas do que estou a ler e devo acabar logo à noite ou amanhã de manhã. Mas como já li mais de metade, vou incluí-lo na contagem deste mês.
Pelo que vais partilhando do "Por amor à língua", parece-me ser um livro bem interessante.
Beijinhos
Eu já não termino hoje o que ando a ler, só se fizesse uma maratona!
ResponderEliminarO "Por amor à língua" é muito interessante; o autor é muito crítico e por vezes parece dar assim uns ares de superioridade, mas creio que ele tem razão em muita coisa. Nota-se que sabe do que fala. O capítulo que ele tem sobre o Acordo Ortográfico deu-me a volta ao cérebro; realmente o Acordo não faz sentido nenhum, veio causar uma enorme confusão, há mais erros agora do que havia antigamente e nem sequer podemos confiar completamente nos dicionários porque cada um aplica as regras que bem entende. Até os próprios criadores do Acordo (que ele chama de Acordistas) não se entendem e não têm regras iguais para todos. É uma salgalhada.
Foi uma leitura bem interessante!
Beijinhos
Ainda não consegui terminar o meu .
ResponderEliminarAcredito que tenha sido mesmo uma boa leitura.
Beijinhos