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Por detrás da tela | "A cidade dos anjos" (1998) e "Fumo azul" (2007)

A cidade dos anjos


6e88e3473a24976e6527a8585c5b6e8c.jpgDesde que tomei conhecimento da existência deste filme que fiquei com uma enorme vontade de o ver. Esperava uma história de amor triste e memorável. A história é triste, mas o filme não me atingiu com a intensidade que eu esperava.


"A cidade dos anjos" é um filme sobre uma médica que se apaixona por um anjo. Sim, este é o resumo do resumo, mas a realidade é que quando tento espremer mais o conteúdo do filme pouco me sobre. Esperava mais drama, mais intensidade e mais dilemas. 


A desilusão foi-se apoderando de mim ao longo do visionamento do filme. Ia ficando cada vez mais triste pelo facto do filme não conseguir ter aquela dimensionalidade emocional que eu estava à espera.


É bonito, é romântico mas foi incapaz de me baralhar as emoções e tornar-se num daqueles filmes que eu sou capaz de ver de forma respetiva. Vi uma vez e chegou, foi o suficiente. 


Conhecia a banda sonora e isso será sempre um ponto positivo no filme. Já era fã das músicas e gostei de ver a forma como elas foram inseridas no filme. Quanto às interpretações, Nicolas Cage e Meg Ryan estiveram bem e ofereceram às suas personagens a expressividade e emotividade necessárias a criarem alguma emoção. 


É daqueles filmes bons para se ver numa tarde chuvosa de domingo. 


Classificação
/5


"Fumo azul"


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"Fumo azul" é um filme baseados numa obra de Nora Roberts, com o mesmo nome. Gosto de ler Nora Roberts, embora agora o faça com menos frequência. Este livro em particular ainda não o li.


Estes filmes inspirados nos livros de Nora Roberts são sempre duvidosos, mas partilho da opinião da escritora Célia Loureiro, é impossível para de ver devido àquele gosto um pouco mórbido por ver quando algum carro vai contra uma ravina ou cai num rio. Há sempre aquela sensação de tragédia eminente que acaba por me deixar presa ao filme.


Claro, este também tem uma sequência de tragédias onde o fogo é o elemento principal.
O argumento é interessante q.b., as interpretações são sofríveis e a banda sonoro é longe de ser preenchida com músicas que que queira ouvir ao longo dos meus dias. 
Sem dúvida que os livros são mais interessantes. As histórias em palavras ganham uma dimensão diferente na minha cabeça. Uma dimensão que os filmes parecem ser incapazes de oferecer.


Classificação
 /5


P.S. - A partir de agora irei avaliar os filmes recorrendo à mesma escala que uso para classificar os livros: de 1 a 5 estrelas. Quero simplificar as coisas!

Comentários

  1. A Cidade dos Anjos é dos meus filmes favoritos, talvez porque cresci com os meus pais a falar dele e a banda sonora, tal como dizes, ajuda muito na construção de uma emocionante história cinematográfica! Concordo que não é arrebatador mas é uma bonita história de amor

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  2. Patrícia, obrigada por trazeres a tua visão positiva . Sim, a história de amor é bonita! No meu caso não funcionou com a intensidade que eu estava à espera

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