
Vi esta Tag na página de instagram da @estantedelivros8. Gostei e achei que seria um boa publicação aqui para o blog.
🖊️Um escritor que te iniciou no mundo da leitura
Maria Teresa Maia Gonzalez, escritora responsável pela minha primeira leitura compulsiva.
Sophia de Mello Breyner Andersen, a escritora responsável pelos meus livros infantis preferidos.
🖊️Um escritor que te ganhou de volta e um que te perdeu para sempre
Ganhou de volta: Carla M. Soares, "Limões na Madrugada" não me arrebatou. Depois li "O ano da dançarina" e delirei com a leitura.
Que te perdeu para sempre: Margarida Rebelo Pinto, depois de ler alguns livros dela na adolescência não restou nenhuma vontade de voltar a pegar num livro dela.
🖊️Um escritor português
Identificar só um é crueldade... Gosto muito dos livros da Célia Loureiro, da Andreia Ferreira, da Carina Rosa, Tiago Rebelo, José Rodrigues dos Santos, José Saramago...
🖊️Um escritor "zona de conforto"
Lesley Pearse, Deborah Smith e Dorothy Koomson são aquelas escritoras que raramente me desiludem.
🖊️Um escritor que você traria de volta do mundo dos mortos
Carlos Ruiz Zafón, não teve tempo de escrever histórias em número suficiente.
Florbela Espanca, para receber um merecido reconhecimento em vida.
Interessante.
ResponderEliminarTenho-me desligado de Margarida Rebelo Pinto. Durante a minha adolescência, foi das escritoras que mais me marcou e não descansava enquanto não fosse comprando os livros que ia lançando. No entanto, de há uns anos para cá, isso tem mudado. Continuo a investir nas suas obras, porque há sempre alguns pensamentos que me atraem, mas já não partilho aquela urgência de ter o livro mal saía.
ResponderEliminarTambém li durante a adolescência, mas não me marcou assim muito. Nunca me senti muito entusiasmada com os livros dela. Mas sim, tem alguns pensamentos que atraem.
ResponderEliminarSão fases, não é. Acho que faz parte do nosso crescimento. O nosso olhar transforma-se e a forma como absorvemos as histórias é diferente.
Eu deixei-me mesmo cativar. Ainda para mais, como despertei tarde para a leitura e ela foi das primeiras autoras que comecei a acompanhar mais a sério, não tinha grande termo de comparação. Hoje, continuo a lê-la e a sentir uma certa proximidade com alguns pensamentos, mas todo esse crescimento e alargar de horizontes fez-me perceber que longe vai o tempo em que a tinha como uma referência. Mas acho sempre interessante fazer estas desconstruções :)
ResponderEliminarConcordo com a importância de fazermos desconstruções. É importante olhar para a nossa evolução enquanto leitores e que nível de exigência da aí advém.
ResponderEliminar