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TAG | Meio ano de leituras

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Como é hábito mais ou menos por esta altura, gosto de fazer um balanço das leituras da primeira metade do ano. Este as leituras têm sido muito medianas, talvez fruto das minhas escolhas menos acertadas. 


Até final de junho de 2021, tinha lido 20 livros. Um número simpático tendo em consideração a exigências profissionais. 


Aproveitei algumas categorias da TAG dos 50% e introduzi algumas novas. Espero que gostes. 


Caso tenhas interesse em fazer a tua, estás à vontade para levar. Só peço que depois partilhes comigo.


 Superou as expetativas
"Ninguém me conhece como tu"
de Anna McPartlin - Não esperava gostar tanto deste livro. Há profundidade nos temas que aborda. Acaba por ter ali situações que me inspiraram e que me transmitiram energia positiva.


 Personagem para recordar
O Fonny do livro "Se esta tua falasse" de James Baldwin. Acho que me irei recordar sempre dele, da sua luta e das injustiças a que foi sujeito. Sofri com ele e com maldade a que foi exposto. Uma personagem muito atual e com uma história que, infelizmente, ainda está muito presente na atualidade.


Um livro para recordar
"Chama-me pelo teu nome" de André Aciman - Não será um favorito do ano, mas a história que ele traz, a sensibilidade com que é contada e estilo mais reflexivo tornaram este livro inesquecível para mim.


 Chorei a ler
"Vozes de Chernobyl" de Svetlana Alexievich - A dureza das narrativas que compõem este livro comoveram-me. Aquelas histórias são de um passado demasiado recente e demasiado perto. 


 Não correspondeu às expetativas
"A célula adormecida" de Nuno Nepomuceno - Acho que um pouco por culpa da Daniela do blogue "Quando se abre um livro", as minhas expetativas para este livro estavam um pouco elevadas. Não foi uma deceção, mas não consegui gostar tanto como estava à espera. 


 Foi uma deceção
"Quando o sol brilha" de Ricardo Conceição Silva - A pontuação no Goodreads fez-me esperar mais deste livro. Foi uma leitura que me desiludiu pela incapacidade de contar uma história. O escritor só nos mostra os factos.


 Pior livro que li
"A rainha desejada" de Telma Monteiro - Os erros, a história mal construída a falta de coerência em tudo o que ia sendo contado fazem com que este livro tenha sido a minha pior leitura no primeiro semestre do ano.


Trouxe felicidade
"Segredos do passado" de Deborah Smith - Qual é o final feliz que não nos enche o coração de energia positiva? Foi esta a sensação que este livro me deixou.


Melhor continuação
"Seita maldita" de Tess Gerritsen - Este livro é muito sensorial. É uma leitura viciante que semeia medo e angustia por não saber o que vem a seguir. Um dos melhores livros da série.


 Melhor livro
"O assassino do crucifixo" de Chris Carter - Este escritor é um dos melhores dentro do género. Os seus livros nunca desiludem e deixem sempre vontade de ler mais.


Conheces algum destes livros?


Qual foi a tua melhor leitura destes primeiros seis meses do ano?

Comentários

  1. Que bom encontrar aí 3 livros que te emprestei!
    Sou capaz de responder à Tag, também. :D Dá para fazer uma análise gira.

    Beijinhos

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  2. Vozes de Chernobyl deu cabo de mim! E também sinto que nunca esquecerei o Fonny

    ResponderEliminar
  3. É verdade...
    Daniela a patrocinar as minhas melhores leituras .
    Fico à espera do teu balanço.
    Beijinhos

    ResponderEliminar
  4. Custa mesmo muito a digerir!!!
    O Fonny é o espelho da injustiça e isso torna difícil esquecê-lo.

    ResponderEliminar

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