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Por detrás da tela | "A dog's journey" (2019), "Como não esquecer" (2018) e "Sei lá" (2014)

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Já há muito tempo que não vinha aqui partilhar os filmes que ando a assistir. Houve aí uns meses em que vi muitos e seguidos. Ultimamente não tenho visto tantos como gostaria. 
O mês de agosto será para colocar em dia todas estas partilhas


A dog's journey


Eu derreto-me com cães. São animais fieis, carinhosos, únicos. Marcam a vida de qualquer humano por quem passem. Este filme é uma continuação do filme A dog's purpose e permite ao espetador acompanhar as diferentes reencarnações de um cão. 


Há lugar para muitas emoções! É fácil rir com os momentos cómicos e chorar com aquelas situações construídas especialmente para nos mexer com as emoções. 


É um filme que nos ensino que o amor do nosso animal é eterno; que devemos apostar em pessoas que estimulem o nosso potencial e não nos desvalorize; que devemos manter por perto as pessoas que nos fazem bem e que nos ajudem a ultrapassar os nossos fantasmas; e que quando as relações são positivas e verdadeiras não há tempo nem distância que as destrua. 


A dog's purpose é daqueles filmes que irei rever sempre que me cruzar com ele.


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Como não esquecer


Como não esquecer  é uma comédia romântica bem engraçada e ótima para dias em que a nossa cabeça ande demasiado ocupada com as preocupações do quotidiano. 


A premissa não é novidade, temos uma homem que todos os dias, quando acorda, não se lembra de nada da sua vida. Quando acorda, perde algum do tempo da manhã a recordar quem é, o que faz, com quem se relaciona e como foi o seu passado.


Esta premissa irá desencadear uma série de situações caricatas e irá comprometer o romance que irá nascer.


Não é uma obra prima cinematográfica. Também não é um daqueles filmes que tenho vontade de rever. A sensação que me ficou foi de que ele apareceu no momento certo, foi fácil de ver, entreteve mas não marcou com a intensidade que outros filmes marcaram.


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Sei lá


Este foi um dos piores filmes que já vi na minha vida. 


Nunca li o livro que serviu de inspiração ao filme, mas não fiquei com vontade.


O filme é a história cliché de três mulheres de classe alta todas com vidas mais ou menos invejáveis. E depois há os estereótipos de sempre: a traída, a liberal, a abandona e a que só quer encontrar um romance igual ao que aparece nas páginas do livro.


Achei o filme deselegante, de difícil conexão e que me proporcionou um nível de entretenimento mediado. Vi-o mais pela curiosidade mórbida em saber como é que a vida daquelas mulheres se iria resolver do que pelo entusiasmo que o filme me provocada. Há uma tentativa de dar um toque policial ao filme, mas correu mal porque me pareceu muito artificial. 


É daqueles filmes que basta ver uma vez.

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